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Waldenio Porto* Ando à cata das palavras esparsas que perpassam em minha mente para fazer frases de louvação aos hoje homenageados pela Câmara Brasileira de DesenvolvimentoCultural. Procuro encontrá-las para reuni-las em sentenças afirmativas de exaltação aos escolhidos para a distinção deste momento, em que se celebram os valores maiores da nossa cultura pernambucana.
Encontro, de início, a figura
respeitabilíssima e honorável do Ministro Armando Monteiro Filho, referência
de intelectual, homem público e político probo, que constela a grandeza
legislativa e empresarial de nosso Estado. Há pouco discutíamos e ele
argumentava, modestamente, que a homenagem era devida à idade. Eu rebatia
dizendo que, sem mérito, só pela longevidade, não lhe caberia esta
consagração. Homenagem e preito de admiração ao não menos notável Dilton da
Conti, que, à frente da CHESF, imprime um febricitante ritmo de atuação na
maior empresa produtora de energia elétrica deste país, além de patrocinar
iniciativas que complementam, estruturam e defendem a identidade cultural de
Pernambuco, como a restauração dos jardins da Academia Pernambucana de
Letras.
A Joezil Barros, na cimeira de
pernambucanos notáveis, que dirigiram e sustentam o jornal mais antigo em
circulação da língua portuguesa, em todo o mundo. Ao professor,
cardiologista, historiador e acadêmico Rostand Paraíso, que representa o
resgate fidedigno da cena recifense dos últimos cinqüenta anos. A tantos
outros que a entidade houve por bem homenagear neste evento que celebra a
cultura.
O prognóstico dos nossos
homenageados, Sr. Presidente Alexandre Santos, além de tudo o que
ofereceram, é o de que, ainda por muito tempo, continuarão a pontificar,
enriquecer e validar a cultura pernambucana. “Prognosis ad bonum”.
Prognóstico muito bom. (*)Waldenio Porto é Presidente da Academia Pernambucana de Letras |
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